20 de abr de 2008

Costumes, hábito e afins.

Noite passada, saiu do computador mais cedo que de costume. Apesar de ser sexta-feira, foi para o sofá e não para os lugares que costumava ir antes.

Alguma coisa nela havia mudado, mas não se dava conta disso.

Achou difícil terminar o rascunho que tinha no micro. Suas palavras, não tinha capacidade de digitar. Por quê? Sentia-se exausta, mas não essa exaustão corporal de quem pede cama. Estava cansada do sufoco de palavras, que estavam presas e não queriam sair...

Foi com o velho caderno que conseguiu desabafar e, então, percebeu que o "novo" nem sempre é compatível a nossas necessidades, e o dela havia adquirido aos 12 anos, quando ainda não sabia que o era a internet.

7 comentários:

Bruno disse...

AHiUAHiA

Fazia décadas que eu não entrava na internet de fim de semana...

Mas ontem fiquei duas horas, e hoje já fou para três horas que tô na frente do PC...

Sabe porque? Não tô afim de estudar. Mas aqui também não tem nada interessante, então nada mais justo que postar no reformatório que ta abandonado, coitado...

=*

Jéssica Feller disse...

é as vezes precisamos "voltar às origens". me esqueço as vezes de como é bom riscar as palavras no papel ..

não importa como as palavras sempre acham o caminho para fora!

Beijos

Pitanga disse...

Oi, Ná!
Tem teminha de casa pra ti lá no Vermelho Pitanga...rs.

Beijos Docinhos,

Pitanga

WILLIAM (Penso, Logo Escrevo...) disse...

Parabéns pelo Blog,
VC escreve texto que dão prazer de lê-los.
Grande abraço!

Pitanga disse...

Oi, Ná!
Sinta-se a vontade...não és obrigada, apenas convidada! Escolhi(a dedo)as 8 pessoas que leio com mais freqüência (excluindo é claro as que já foram convocadíssimas para o mesmo meme)!

Beijinhos, bom feriado...restinho de feriado né?!

Pitanga

Gabriela disse...

Rá.

Beijo.]
;)

Antônio disse...

De fato, há dias em que o teclado me parece um tanto inóspito. Porém, já estou mais acostumado com ele, pois faz tempo que não produzo nada num caderno...
A não ser poesias. Essas eu não consigo escrever, se não for numa folha de papel! Preciso sentir as rimas saindo dos dedos direto pra tinta da caneta...

Beijo!