31 de ago de 2008

Desabafo.

Já faz algum tempo que você partiu e, mesmo assim, a sua imagem continua luminosa em minha recordação. É tão vívida essa sensação. É tão real quando fecho os olhos.
Já fez algum tempo que você partiu e eu ainda não consegui me acostumar com essa idéia. Às vezes eu me esqueço da sua ausência e é tão mais doloroso ao lembrar.
Eu sinto tanto sua falta, tanto quanto eu não sentia quando ainda estava aqui. Não pense que não te amei. Amei, mas sabia que estava bem, que tudo tava dando certo. E, de repente, você pregou essa peça na gente. Tudo que a gente não esperava de você. Aliás, era a única coisa que não esperávamos de você, bem sabe...
E hoje já faz algum tempo que você partiu e deixou aquele pedacinho de você aqui com a gente. Eu peço a Deus, todos os dias, que Ele te embale e te proteja. Que seu caminho seja iluminado e que a gente possa se conformar com a sua ida. Tem horas que eu não sei o que pensar, só sei que sinto muito a sua falta.
Mas não se preocupe comigo. Quero que esteja em paz. EM PAZ.

"O mundo é vasto, mas dentro dele é breve a existência das flores."
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Espero que perdoem o clima desse post, mas já não conseguia escrever. Preciso reorganizar minha vida, meus sentimentos, meu coração. Preciso repensar um pouco tudo que tenho vivido até aqui. Não deixarei de visitá-los, mas só voltarei a postar quando não mais existir o meu tom melancólico.

Beijos.

25 de ago de 2008

Nebulosa

Como sempre foi em sua vida, ela respirava devagar para não lhe faltar o ar. Caminhava a passos lentos para não perder o delicado essencial.

Sonhava ser estrela de Hollywood e viver um romance desses que a gente vê em filmes.

Ela achava que a vida sempre lhe mimaria, assim como sua mãe fez o tempo inteiro. Achou que ia ser feliz da primeira vez, mas se enganou. Não era suficientemente boa para ele, que queria ser feliz a todo custo, e ela só queria ser estrela.

Da segunda vez, pensou que era pra sempre. Falou-se até em casamento. Ela tinha medo, sabia que tinha, mas não o encarava, preferia fingir que estava tudo bem. E foi o maior tombo de sua vida. Não sabemos dizer se foi pelo que ele lhe fez ou se foi pelo que ela permitiu que fizessem com ela.

Já não queria tentar a terceira vez. A possibilidade de dar errado era o que mais lhe assombrava. E foi então que resolveu não se levar a sério.

Tinha o lábio partido por causa do vento excessivo do mês de agosto. Tinha os olhos cansados, desbotados. Já quase não fazia força para brilhar e achava que o popular que adquirira não a poupava. Não mesmo, ninguém a poupou.

Mesmo não querendo arriscar, se apaixonou. E assim ficou sem saber como continuar a escrever sua história, que era tão bonita antes de se tornar tão triste. Embora soubesse que a vida é ponto de luz, único escape para a alegria, tinha medo de viver.

Tudo isso porque, no fim, não houve amor algum.

23 de ago de 2008

Assim

Ando melancólica. Aterrorizada. Amedrontada. E, ao mesmo tempo, são tantas conquistas que nem sei como classificar esse turbilhão de sentimentos aqui dentro. Por ser tão pequenina, me ultrapassam.

É, ando assim, "infinitamente maior que eu mesma. E não me alcanço."

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Recebi da e do Adriano o Prêmio Dardos:

"Com o Prêmio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro mostra cada dia em seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc…, que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.”

E possui três regras:

1–Aceitar e exibir a imagem

2–Linkar o blog do qual recebeu o prêmio

3–Escolher 15 blogs para entregar o Prêmio Dardos.

Repasso para:

Antônio, Antônio, Ly, Lilly, Diazepan, Carlos e Rafa, Nat, Rafael, Tiago, Art, Estava Perdida No Mar (que se perdeu e eu ainda não descobri o nome!), Medella, Gabi, Vanessa e Tititi.

E ainda ganhei um selinho especial do Adriano. Obrigada, querido!

Beijos.

15 de ago de 2008

Escolha

Eu não quero sair daqui e me colocar a perder de vista por alguns momentos. A minha vida valeria a pena se você valesse a galinha que te consome enquanto eu fico aqui, perguntando o que acontece com meus pensamentos. Eles estão embaralhados, bem sei disso. Sei, também, que eu tenho grande parte da culpa neste cartório de processos arquivados. Aliás, é dentro deste mesmo cartório que meus fantasmas permanecem escondidos. Eles vagam entre um papel e outro, remexendo as pastas que coloquei nas últimas prateleiras da sala fechada.

Quando percebo que as coisas começam a acontecer sem que eu tenha habilidade para segurá-las, dá uma vontade imensa de chorar por que sei que, a partir daí, a escolha é minha. Minha estrada de tijolos amarelos se divide ao meio e não me resta sequer o Espantalho para oferecer ajuda. E quem é que disse que vou encontrar o Homem de lata e o Leão? Não vou encontrá-los, sei disso.

Enfim, estávamos sentados lado a lado, ensaiando como deveríamos dar as mãos, mas elas não se entrelaçavam.

Você contou com eloqüência sobre seus últimos dissabores, sem imaginar as desilusões que eu carregava. Pensou-me forte, e livre. Até pensou que era apegada ao desapego. Mas eu sabia que era como se o mundo não existisse antes. Ou melhor, o mundo existiu e tinha um marco: antes e depois de você.

Não havíamos planejado nada do que estava acontecendo. E meu medo? Bem, passei por cima dele, ciente de que, como minha escolha, qualquer machucado seria culpa minha.

Tá, ninguém deve assumir a culpa inteiramente só, porém eu assumo. E quer saber o motivo?
Eu sinto o que pode acontecer. Eu sinto os riscos que todos nós estamos expostos. Estou. Você está. Não adianta negar. Todo e qualquer ser humano é vunerável ao erro e a dor. Por mais que não queiramos, por mais injusto que seja, aconteceu.

Se estou bem? É um pergunta que não posso responder agora. Vou precisar de um tempo pra chegar a uma conclusão acertada.

Eu sei o que devo fazer. Sei também qual é o erro. E imagino como pode ser o meu gasto. Mas há uma chance e essa tentativa é minha, ninguém vai tirar o meu direito, nem meu esquerdo!

Quer saber? Ta na hora de me levar a sério. Você não, eu. Senti que preciso disso, afinal, também me fechei para o mundo por muito tempo. Mas agora é hora de me doar e eu quero que o mundo me receba de braços abertos e sorriso largo no rosto. Não, não precisa apressar a sua liberdade. Não precisa se permitir ser feliz se não quiser. Da mesma maneira que faço minhas escolhas, não posso fazer as suas. Isso depende de você. E quer saber mais um pouco?

Eu to verbalizando minha vida. Afinal, isso vem de longa data: nasci.
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"Quando eu quis você,
Você não me quis
Quando eu fui feliz
você foi ruim
Quando foi afim
Não soube se dar
Eu estava lá mas você não viu
Tá fazendo frio nesse lugar
Onde eu já não caibo mais
Onde eu já não caibo em mim.
[...]
Mas se eu já me perdi
Como vou me perder
Se eu já me perdi
Quando perdi você?"
(Arnaldo Antunes, 2 Perdidos.)

11 de ago de 2008

Caçada

Era um acaso que mais parecia caseado. Ela carecia de aplicar aqueles tais conceitos, o senhor sabe. Acontece que ela não sabia realmente o que lhe era precioso, quer dizer, ela até tinha uma idéia, sabe, mas era daquelas idéias doídas, do fundo da alma não aceitar. O que ela queria mesmo era que o coração fosse remediado. Mas por quem? Por ele, é claro.

Ele até que aparentava um cara legal. Bom, bom mesmo é que ela não sabia se era. Talvez fosse. Acho que o problema maior era a negação, o fechamento. É que ele tava fechado pro mundo, sabe? E o mundo dela era se doar. Só que ela só sabia fazer isso a quem lhe estendesse a mão ou abrisse os braços. Ele tava fechado, daquele tipo trancado a sete chaves. Talvez estivesse tentando fazer juz àquilo que resolveram pensar dele, talvez fosse aquilo que pensavam.

Ela já não sabia o que era. Tava perdida, com aqueles traumas de mulher desprezada, ou insultada. O senhor bem sabe como é que fica mulher quando é chamada de puta, não sabe? Fica com aquele bicho na alma trancada, uma leoa faminta esperando a próxima presa desafiar como a primeira fez, e aí ela sabe que não vai ter piedade da caça, vai estraçalhar ao primeiro momento pra não correr o risco de ser desafiada pela terceira vez.

Ele não era a presa da leoa que ela carregava, mas podia se tornar a qualquer momento, era só perceber o passo errado ou comprovar que ele a desafiara.

Resolveu aplicar seus conceitos até que uma das partes provasse o contrário.
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"E de repente eu estava gostando dele, num descomum, gostando ainda mais do que antes, com meu coração nos pés, por pisável; e dele o tempo todo eu tinha gostado. Amor que amei - daí então acreditei. A pois, o que sempre não é assim?"
(João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas.)

8 de ago de 2008

Parabéns...

Hoje o Soda Cáustica e Guaraná completa 1 ano de vida.
Não, eu não me lembrei só agora. Mas só neste momento é que pude parar e escrever algo sobre o que é isso. Ou melhor, sobre o que esse ano de Soda acrescentou em minha vida.

Primeiro, me trouxe amigos, cuja importância é inestimável. Verdade, o que seria daqui sem vocês, queridos? Nada. Seria mais um blog abandonado às moscas, seria mais uma pessoa desistente da "escrita" da vida.

O Soda me ajudou muito. É por aqui que exponho um pouco do que penso sobre TUDO. Nem sempre os textos se referem ao meu estado de espírito. Às vezes posso me inspirar em terceiras pessoas, que carregam a vida no amâgo e não têm tanta sorte de vê-la florida.

Eu estou aqui por dois motivos:

Comemorar o Soda Cáustica

Comemorar os Amigos que ele me permitiu fazer.
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Parabéns a todos nós, que conseguimos manter esse cantinho em harmonia. Parabéns a vocês, razões da nossa existência.

"Se lembrar de celebrar muito mais..." (TM)

6 de ago de 2008

Abro-me as cortinas

Algumas vezes eu sinto como se não tivesse saída. São aquelas horas em que a gente desespera, mas eu já nem sabia direito o que era esperança, então por que desesperar dessa forma?

A vida é uma equação de matemática, e como eu não entendo nenhum pouco dessa matéria, da vida, menos ainda.

Viver é, de fato, muito perigoso, principalmente quando se tem uma essência um pouco tempestiva, como a minha. Quer dizer, eu sou corroída pelo instinto, embora minha outra parte queira encontrar um ponto de equilíbrio.

Paro para pensar no que me consome: eu já fui murcha, ontem estive florida e, de um momento para o outro, posso chover e provocar uma tempestade elétrica. Só não consigo encontrar os motivos.

Há quem diga que me falte um amor, daqueles de deixar os olhos brilhando, o peito arfante e a boca seca. Há quem afirme sobre a minha capacidade de ser transparente. Defendem a idéia de que tenho muito a doar, mas as pessoas simplesmente não estão prepararas para receber essas coisas boas. Outros, como a minha mãe, acusam minha ambição de querer o mundo com pernas tão curtas.

Pode ser que eu tenha tudo isso dentro de mim e que esses “adjetivos” se mostrem em horas mais distintas. Particularmente, acredito que o problema ainda não é esse. Para mim, a vida ainda é uma cena e, como uma tragicomédia, vive me pregando as maiores peças.
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"É... meu computador
Apagou minha memória
Meus textos da madrugada
Tudo o que eu já salvei
E o tanto que eu vou salvar
Das conversas sem pressa
Das mais bonitas mentiras..."
(Fernando Anitelli)

5 de ago de 2008

No recreio

Eu estive fora da blogsfera por uns dias. Senti falta de todos vocês, mas depois deste tempo longe, criei certa letargia mental.

Enquanto me coloquei fora, minhas produções foram ricas. Porém, neste momento, elas já não condizem com o meu estado de espírito, que passou de murcho para florido.

Com o tempo, vou postando pra vocês só pelo prazer de ter a opinião e de saber que vocês podem ver um pedacinho de suas essências nos meus escritos.

Os dias foram difíceis nas últimas semanas. E olha que estava em férias ainda. Mas agora tudo voltou ao normal. Estou de volta à sala de aula, aos preparos de novidades e muita leitura pela frente.

O coração segue dando pequenos sustos, pregando grandes peças e eu sigo esse caminho das pedras e dos aprendizados.

Ah, outro dia perguntaram aqui pra mim se esses textos eram meus. Bem, gente... eu não costumo colocar no blog nada que seja escrito por outra pessoa, a não ser os autores que coloco ali nas citações, embaixo da imagem. Se encontro algo interessante no blog de alguém,e resolvo citar, coloco os devidos créditos. Portanto, se não forem citados os autores, são meus.

Outra coisa que tenho percebido são aquelas letras de confirmação em alguns blogs. Genteeeeeeeeeem, o que é isso? Sério! Eu não me aguento... tem horas que eu não consigo mesmo saber que letras são aquelas, mas elas estão lá e eu tenho que coloca-las certinho senão, não consigo comentar... Tem horas que me dá uma vontade de não comentar nunca mais! Na boaaaaa, genteee... é necessário?

Não posso deixar de falar sobre a música que marcou o dia: No Recreio, do Nando Reis.

Beijos
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"...Os pés que irão por esse caminho
vão terminar no altar
Eu só queria me casar
com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter
[...]
Não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
olhar pro sol, só ver janela e cortina
no meu coração fiz um lar
O meu coração é teu lar
E de que me adianta tanta mobília
se você não está comigo?
Só é possível te amar..."

1 de ago de 2008

Provocação

Não me provoque. Provocar dói. Você me chama, pede atenção e fala sempre que esteve à minha procura, mesmo tendo atitudes totalmente adversativas. Eu não quero sentir saudade, não de você, não do que me fez sentir. Bem, até que não foi de todo mal, nossas conversas foram interessantes e, do mais que tenho a escolher, acredito que tenha sido o de melhor papo. Pode ser esse o motivo de eu ter cedido aos seus desencantos.

Não me teste. Eu sou capaz de boicotar meus desejos por capricho, só para não confirmar suas suspeitas. Sou orgulhosa o suficiente para negar as minhas vontades, os meus pecados. Eu sei que quer uma certeza: a de ter o controle em suas mãos. Você tem. Não precisa comprovar. E não peça isso. Vamos fazer de conta que eu faço aquilo que quero, certo? Vamos viver o meu faz-de-conta desta vez. Eu só preciso me sentir amada, mesmo que não seja.

Por favor, minta. Eu sei que você é bom nisso. Quando quer, consegue me fazer acreditar em você. É só dizer que gosta de mim, que não quer me perder. Eu não acho ruim ser feita de boba dessa forma, só não me ignore. Eu não suportaria. Uma mulher admite ser enganada, mas não ignorada.

Sabendo que me tem nas mãos, não as feche, por favor. Prefiro morrer afogada por beijos a morrer esmagada entre os dedos.

Já te disse pra não me provocar. Dói! Será que você está entendendo o que eu digo? Eu sei que gosta de me ver perdida, esperando sua mão se estender para que eu escolha meu caminho, mas você sequer sabe o que espero de você, e eu não sei o que esperar.

Você deduz que eu fique como uma criança olhando a vitrine de doces da padaria, enquanto aguarda o avô comprar seus pães do lanche da tarde. Ela quer que o avô diga para que escolha o doce que queira. E a voz do avô diz. Porém, a voz dele nunca vem na sua. Você age como o doce da vitrine: espera a hora de ser agarrado pela atendente até ser colocado nas mãos da criança. O seu maior prazer é se sentir entre os lábios da menina e perceber que também é o maior prazer dela naquele momento. Você quer ser saboreado e digerido, quer ser o doce enjoativo da vitrine da padaria, que a menina vai com seu avô para comprar pães. Você quer ser eternamente o doce que a menina olha. E ela realmente olha para a vitrine todos os dias.

Você está ali. Não demonstra sua inquietação. Não demonstra o quanto sente falta de estar entre os lábios dela. Não demonstra, ao menos, vontade de saltar às mãos da atendente. Acha que a menina vai te pedir, vai chamar por você, vai esperar ansiosa a voz do avô dizer para escolher o doce que quiser. E a voz do avô diz.

Mais uma vez eu tenho que te pedir para não me provocar. Eu já disse que dói. E dói demais. Sinto saudade de você. Sinto saudade das horinhas que passávamos juntos, falando sobre tudo ou, até mesmo, sobre nada. Era bom só de estar ali, ao seu lado, acreditando que poderia ser por mais tempo do que realmente foi.

E, por essas minhas palavras, você achou que eu estava te escolhendo novamente. Não era isso. Eu só queria aproveitar a sua presença. Só queria te conhecer. Saber sobre o que te faz feliz. É... simples assim. Eu queria saber o que coloca brilho nos seus olhos, sorriso nos seus lábios. Queria saber o que te faz querer segurar a mão de alguém, ou apoiá-la, ou até mesmo abraçar apertado, tipo abraço de urso.

Como o doce de padaria, você ficou ali esperando, uma vez mais, ser escolhido. Mas a menina não te escolheu. Ela não tem o hábito de repetir aqueles doces, principalmente quando causam enjôos. Ela decidiu experimentar novos sabores.

E você está ali, somente um doce na vitrine, enquanto a menina escolhe suas possibilidades. Pode ser que ela vá à padaria com o avô por você. É possível que ela te olhe e te deseje.

E se isso for realidade, você, objeto, é possuidor de um sujeito. O sujeito está em suas mãos. Você sabe que está e sorri por isso. Sorri por lembrar que um objeto manipula um sujeito como um boneco de cordas. É a primeira vez na história da gramática em que o sujeito dependente totalmente de um objeto, que existe sem verbo e, por isso, não há como saber se é direto ou indireto.

Um pedido. Uma história com um objeto sem classificação sintática, e um sujeito dominado por esse objeto. O uso de metáforas que ainda não conseguem transmitir o que eu sinto ao ser provocada por você. E quando eu falo em provocar, a palavra dor dispensaria todas as outras utilizadas.










"Still a little bit of your taste in my mouth
Still a little bit of you laced with my doubt
Still a little hard to say what´s going on
[...]
Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life, it taught me to die
So it´s not hard to fall
When you float like a cannonball."
(Damien Rice)
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Queridos mimos meus, passarei, com o tempo, de blog em blog comentando e explicando esta minha ausência. Vocês são muito importantes para mim!
Beijos.