9 de set de 2007

Pai, me ensina a ser palhaço?


Pra começar a semana num clima descontraído, resolvi colocar nariz vermelho e levar adiante toda essa piada que se tornou minha vida amorosa desde que me fiz solteira, [no 3º ano da faculdade] há uns 2 anos atrás. Eu não estou falando de uma comédia romântica hollywoodiana e muito menos de um conto de fadas, por que os dois, no fim, sempre acabam com "Felizes para sempre".

Eu não tinha medo de amar e mais amar, mesmo que depois eu precisasse sofrer, chorar e mais chorar. Não, eu tinha coragem de enfrentar todos os problemas e passar por cima de todas as crises existenciais. Hoje não tenho mais. Com 18 anos você vende seu amor à preço de banana. Conforme passa o tempo, seu amor se torna valioso demais para sair por ai esbajando aos babacas de plantão. Seu amor - próprio vale muito.

Às vezes, a vida apronta umas e outras e a gente nem sabe pra onde correr. O negócio é olhar sempre em frente, a menos que esteja à beira de um precipício. Se o caso for esse, dê um passo atrás, não custa nada. Ou custaria sua vida.

Amor com amor se paga e não me ofereça nada menos que isso.

Beijos.

3 comentários:

caju_zin disse...

Obrigado por ter comentado no meu blog, menina!

Olha... Concordo com o que disse no último parágrafo. Olhar sempre em frente. Uhum. Mas nem sempre a vida está disposta a nos dar a felicidade sem que tenha uma entrega nossa. Ainda acho certo a necessidade de, de veeez em quando, vendermos nosso amor à preço de banana. Se nos fizermos de difícil, a oportunidade vai embora e aí será nossa cara que ficará igual a banana.

Entrega total e tudo isso mais é sempre válido. Não só nas "paixonites dezoitoanas".

Beijos!

Erika disse...

Ah Nah a vida me aprontou uma neh... Eu tava perdida lembra... Mas consegui virar a página... enfim!!! Olhei pra frente... Agora não qro menos q "isso" tb rS!!!

Doreiiii o q vc escreveu!!!

Bjuuuu teadOrO!!

vinicius disse...

ahn eu acho que seu nariz deveria ser preto rs... de luto rs