As histórinhas do Diário de Classe são fatos 'verídicus'. Sim, eu sou professora. Não me pergunte porque, nem como. Só sei que, quando vi, já tava ali mesmo. Ah, mas eu gosto. Senão de onde eu tiraria minhas histórias mais engraçadas? Afinal, convenhamos, não existe nada mais cáustico que um punhado de aborrecentes, dentre eles emos, punks, metaleiros e homossexuais, juntos numa mesma sala de aula, atormentando uma coitada que fica lá na frente tentando botar alguma coisa naquelas cabecinhas vazias, existe?
Se existe, eu não conheço! Então, Carlos e Rafa, apresenta! rsrsrsrs....
Como, também, não gosto de deixar ninguém no vácuo, já vou explicando que VOU SIM, responder todos os memes e campanhas e briochesfranceses que vocês me indicaram. Vou, prometo! E não sou de falhar com minha palavra... a não ser que eu morra ou algo parecido aconteça! rsrsrsrsrs
Do mais, tá tudo em ordem. Meu projetinho tá caminhando. Já tenho uma lista de livros pra ler. O que não quer dizer que li, ainda. E, bem... minhas aulas estão duplicando. Só pra constar, terça saí as 6h45 am e voltei as 23:20. Legal, né? Além da gripe que me pegou e não quer me deixar. Mas tudo bem, qualquer hora dô um chute na bunda da desgramada e tudo volta ao normal.
Sei que tô usando essa porcaria desse post pra deixar recadinhos, mas... gente... o blog é meu, né? Então, se é meu e as pessoas que lêem são vocês e meus recadinhos são pra vocês, não vejo problema nisso. Como eu disse pra Cristal, a louca lá do Dois cafés e um Cigarro, eu escrevo no blog pra me expressar, se quisesse ser famosa tentava ir pra novela das ocho.
Sabendo que a solidariedade impera aqui, quero pedir outra coisa. Oração pra Vó do Antônio, que já melhorou, né, amigo? Mas que ainda vai melhorar muitooo mais. Então, se vocês puderem, rezem por ela e acendam uma velinha.
Do mais, sinto saudade. Saudade boa, que me aperta um pouquinho, mas ainda é suportável. E essa saudade anda me fazendo muito bem!
Não deixem de escrever, queridos. Mesmo que o tempo de vocês esteja como o meu, assim sufocante e avassalador, pois escrever nos é importante... mas ser lido é essencial!
Golinhos ácidos.
"Em cada palavra pulsa um coração. Escrever é tal procura de íntima veracidade de vida. Vida que me perturba e deixa o meu próprio coração trêmulo sofrendo a incalculável dor que parece ser necessária ao meu amadurecimento - amadurecimento? Até agora vivi sem ele!"
(Clarice Lispector)

